Quando a balança da justiça pesar tua alma
E de repente teus acertos se mostrarem errados
Irás notar quão amargo foram teus remédios
Irás notar quão pesados foram teus pecados
E te será roubado, como tu roubaste
Voraz que estavas em tua ganância
E te será negado, como tu negaste
Cego que estavas em tua arrogância
Quando os corvos vierem devorar teus olhos
Saberás que teu império foi erguido
Em dívida de sangue, paga a juro eterno
Quando os corvos vierem devorar teus olhos
Saberás então que estás perdido
E que tua última luz é a do fogo do Inferno!
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