A mão de Mammon transforma-se em uma garra peluda, com um único movimento ele arranca o maxilar da garota, que cai ao chão urrando de dor, as demais tentam fugir, porém as portas encontravam-se trancadas.
Havia algo diferente do ar, um canto de crianças invade o local, acompanhado por uma chuva de pétala de rosas, o som de algo muito antigo sendo aberto apavora as moças que ficam contra a parede.
- Por favor, nos perdoe. Não vamos fazer mais.
- Isto não é uma punição, é apenas uma demonstração – Mammon olha para o garoto no chão - abra os olhos Peter.
Uma das moças é arrastada por uma força invisível, seus gritos aterrorizam as demais, que não conseguem vê-la, apenas ouvi-la. A Garota surge pendurada de cabeça para baixo, sem pele. As demais de se desesperam, não havia saída. Elas são tragadas pela escuridão.
Após terminar sua vulgar demonstração de poder Mammon aproxima-se de Peter, alguns demônios femininos circundam o garoto. Uma delas ajoelha-se na frente de Mammon colocando seu pênis na boca, as demais alisam e beijam o corpo de Peter.
- Você quer este tipo de poder?
- Quem é você?
- Você sabe. Mesmo não acreditando você sabe quem eu sou.
- O diabo?
- Um deles, sou Mammon, o demônio da avareza.
- Vo... você veio me levar?
- Porque eu faria isto? Se o quisesse você estaria morto. Não Peter, eu tenho um serviço para você.
- Me associar ao diabo.
- Acredite, é melhor me ter como amigo do que como inimigo.
Os demônios femininas abaixam a calça e a cueca de Peter, que envergonhado tenta se cobrir. Mammon retira um pênis monstruoso do bolso de seu sobretudo e o joga sobre Peter.
- Você viu o que eu fiz – os cadáveres das moças surgem pendurados atrás do demônio – se você quiser poder semelhante corte fora o seu membro inútil e coloque este no lugar. Mas lembre-se a escolha é sua.
Mammon e as demônios desaparecem, Peter levanta-se, ainda meio assustado, veste suas calças, sua camiseta e foge dali, não sem antes levar o pênis demoníaco consigo.