Um ano antes
Eram umas sete e meia da manhã quando Phillip acordou ouvindo a musica vindo do porta-jóias que ele deu de presente a sua filhinha de nove anos, abriu os olhos, e a viu do lado da sua cama com a caixa na mão.
Catherine amava seu porta-jóias com a bailarina dançando mais que todos seus brinquedos e sempre o matinha por perto. Quando acordava a primeira coisa que fazia era abrir-lo e ver a bailarina dançar.
Phillip se levantou para levá-la ao hospital. Ele não podia imaginar que aquele seria um dos piores dias de sua vida, pois os médicos iriam dar a noticia que não havia mais esperança para Catherine.
Ela tinha uma doença rara que deteriorava as veias corpo e os médicos diziam que ela não alcançaria os quinze anos de idade. Isso era a derrota da vida de Phillip. Ele sempre se esforçou para ajudá-la, fez todos os tratamentos possíveis, gastou quase toda sua fortuna em viagens para outros países, mas nada adiantou. Os médicos disseram que era só uma questão de tempo para que ela morresse.
Depois que os médicos chegaram à conclusão que não havia mais recursos para menina, sua esposa não agüentando a pressão e o sofrimento os abandonou. Deixou uma carta explicando porque se foi. Saiu com a roupa do corpo, levou o dinheiro que mantinham no cofre, que era uma boa quantia, e não voltou mais.
Susan era uma mulher ambiciosa, fria e sem sentimentos que nunca quis ter filhos e somente o fez porque o marido rico que sustentava sua vida de luxo exigiu. Ela nunca imaginou que seria obrigada a passar por tal situação quando aceitou. De certa forma Phillip estava feliz que ela se foi, ele não a suportava mais e sempre discutiam por causa da maneira que ela tratava sua filha.
quarta-feira, 25 de dezembro de 2013
The Doll (LENDA)
Conta a lenda que, em 1896, uma empregada insatisfeita, “praticante de voodoo”, resolveu dar um “presentinho” aos seus patrões. A empregada deu ao filho de seus patrões, Roberto Eugene Lucio, um boneco “recheado de palha”, com cerca de 1m de altura. O boneco tinha “um rosto humanizado”, rapidamente se tonou adorado e amigo inseparável do menino, que o chamou de “Robert”. O pai do menino ouvia constantemente o garoto falar com o boneco, o mais incomum é que uma voz diferente respondia. Repentinamente coisas estranhas começaram a acontecer na casa. Vizinhos relatavam verem Roberto “aparecer de janela em janela”, quando não havia ninguém em casa. Os pais do garoto ouviam risos do boneco e afirmavam verem o vulto dele correndo na casa. O garoto começou a ter pesadelos constantes e acordava gritando, mas quando seus pais chegavam no quarto encontravam tudo bagunçado, o garoto encolhido, com medo, e o boneco sentado aos pés da cama, enquanto ele afirmava “Foi o Robert!”. O boneco então foi trancado no sótão e lá permaneceu por anos.
Após a morte dos pais, Roberto encontrou o boneco e resolveu deixá-lo em seu quarto, o que trouxe mal estar a sua esposa. O boneco anda exercia muita influência sobre ele. Certo dia, sua esposa, cansada do boneco, colocou-o no sótão novamente. Roberto porém, ficou muito chateado, e exigiu que o boneco fosse colocado em frente a uma janela, para que pudesse ver a rua. Dentro de pouco tempo, a sanidade de Roberto começou a ser questionada e a história do boneco e suas maldades se espalharam por Key West.
Pessoas começaram a afirmar que “viam o boneco na janela rindo de suas caras quando passavam na frente da casa”, as crianças evitavam passar por ali. Roberto contou certa vez que, ao entrar no quarto do boneco o encontrou na cadeira de balanço, com raiva do quarto, fazendo com que Roberto se enchesse de 'Robert'. As pessoas que visitavam a casa afirmavam ouvirem passos no sótão e risadas muito estranhas, mas depois de certo tempo as visitas se acabaram.
A história do boneco “Robert” somente foi esquecida em 1972, quando Roberto morreu e a casa foi vendida. Robert esperou quieto no sótão até o momento certo, quando foi redescoberto pela filha de 10 anos dos novos proprietários da casa. Pouco tempo após ter encontrado o boneco, a menina começou a reclamar que Robert “a torturava e infernizava sua vida”. Mesmo após 30 anos, a menina continuava a afirmar que “o boneco estava vivo e que queria matá-la". Hoje Robert permanece trancado no Key West Martello Museum, vestido com a mesma “roupa branca de marinheiro”, mas funcionários do museu afirmam que Robert ainda faz seus truques nos dias de hoje.
terça-feira, 24 de dezembro de 2013
Aviso!!
Oie pessoal, tudo bem??
Bom, a partir de hoje vou começar a receber a história de vocês,se vocês escrevem ou tem uma boa história de terror para nos contar é só envia para esse e-mail :
textoslendas@gmail.com , estou esperando a história de vocês, mandem logo.
Bom, a partir de hoje vou começar a receber a história de vocês,se vocês escrevem ou tem uma boa história de terror para nos contar é só envia para esse e-mail :
textoslendas@gmail.com , estou esperando a história de vocês, mandem logo.
O Porta Jóias-Paulo Enrique Garcia(Parte 1)
Prólogo
Phillip estava sentado na janela do quarto de seu apartamento no décimo terceiro andar de um condomínio de luxo. Estava nu, molhado e sujo, com as pernas pra fora da janela e com vontade de pular. As lembranças de sua vida passavam pela cabeça na fração de um segundo, o abandono da esposa, a doença e morte da filha, perda da moral e a falência financeira. Depois de tudo isso seus amigos e família o abandonaram. Onde estavam aqueles que juraram que o amavam e nos momentos de alegria estavam sempre presente? Não, ninguém estava ai para ajudá-lo, ninguém iria implorar para que ele mudasse de idéia ou tentar segura-lo, sua vida estava destruída e ele sentia impotente para mudar qualquer coisa.

E todo esse inferno que vinha vivendo? Ele não acreditava no sobrenatural, mas as visões que tinha pareciam tão reais, como se ele pudesse tocá-las e senti-las. Não que alucinações eram novidade para ele, depois da morte da filha, passou a usar cocaína varias vezes ao dia, mas as visões eram diferentes, tinham um sentimento distinto e uma sensação de realidade. Por ser muito orgulho nunca procurou ajuda de médicos, mesmo sabendo que talvez a loucura o estivesse consumindo e a qualquer dia não ia mais distinguir o real da fantasia e agora estava pagando por isso.
Ele se olhou nessa situação, o medo e a fadiga neste instante o fez desistir de pular. Imediatamente colocou uma das pernas para dentro do apartamento e uma musica começou a tocar. O horror tomou conta de sua alma novamente, ele olhou para traz e viu o porta-jóias que pertencia sua filha em cima da cama com a bailarina rodando.
“Merda” – disse Phillip.
Phillip estava sentado na janela do quarto de seu apartamento no décimo terceiro andar de um condomínio de luxo. Estava nu, molhado e sujo, com as pernas pra fora da janela e com vontade de pular. As lembranças de sua vida passavam pela cabeça na fração de um segundo, o abandono da esposa, a doença e morte da filha, perda da moral e a falência financeira. Depois de tudo isso seus amigos e família o abandonaram. Onde estavam aqueles que juraram que o amavam e nos momentos de alegria estavam sempre presente? Não, ninguém estava ai para ajudá-lo, ninguém iria implorar para que ele mudasse de idéia ou tentar segura-lo, sua vida estava destruída e ele sentia impotente para mudar qualquer coisa.
E todo esse inferno que vinha vivendo? Ele não acreditava no sobrenatural, mas as visões que tinha pareciam tão reais, como se ele pudesse tocá-las e senti-las. Não que alucinações eram novidade para ele, depois da morte da filha, passou a usar cocaína varias vezes ao dia, mas as visões eram diferentes, tinham um sentimento distinto e uma sensação de realidade. Por ser muito orgulho nunca procurou ajuda de médicos, mesmo sabendo que talvez a loucura o estivesse consumindo e a qualquer dia não ia mais distinguir o real da fantasia e agora estava pagando por isso.
Ele se olhou nessa situação, o medo e a fadiga neste instante o fez desistir de pular. Imediatamente colocou uma das pernas para dentro do apartamento e uma musica começou a tocar. O horror tomou conta de sua alma novamente, ele olhou para traz e viu o porta-jóias que pertencia sua filha em cima da cama com a bailarina rodando.
“Merda” – disse Phillip.
domingo, 22 de dezembro de 2013
O Dia da Meia Noite (Lenda)

Numa cidade do interior de Minas Gerais, chamada Ibiá, conta-se um "causo", que segundo os moradores não é ficção, mas sim realidade. Na década de 60, uma enfermeira, filha de criação de um grande fazendeiro, iria se casar. Linda era a senhorita, cabelos negros e longos, pele morena, corpo de violão, rosto de anjo, lábios carnudos e sensuais. Seu noivo, um rapaz da cidade grande, segundo boatos, estaria mais interessado nas fazendas da família, do que na voluptuosa senhorita. Chegado o grande dia, tudo estava certo: Uma grande festa na fazenda, a capela já estava ornamentada e o padre se preparava tomando "alguns" cálices de vinho. os convidados chegavam aos poucos, e o comentário era que os noivos viajariam para a "Europa" em lua de mel. No grande momento, eis que entra na capela, a linda noiva, deslumbrando beleza e felicidade. Mas o noivo ao vê-la, corre e no meio da capela grita: - "Sinto Muito! Não a amo. E as fazendas do seu pai não são suficientes para comprar esse casamento." Em seguida o noivo foge e a pobre donzela, aos prantos, se tranca em seu quarto. Pela manhã, ao arrombarem a porta, deparam-se com uma cena horrorosa: A noiva, nua, só de véu e grinalda enforcara-se com lençóis. Estava pendurada no lustre do seu quarto. A data do casamento: 20 de Maio. Conta-se que até hoje, nesta mesma data, à meia noite, a linda noiva aparece, nua, cavalgando pelas ruelas da pequena Ibiá, dando gritos de horror e desespero!
sexta-feira, 11 de outubro de 2013
O Porão- Clube dos Medos(Parte 2)
Ela contou que tinha acordado sentindo um cheiro horrível. Quando ela abriu os olhos disse ter visto o quarto inteiro encharcado de sangue, as paredes possuíam marcas de mãos e pés, o liquido vermelho escorria pelas paredes e havia respingos por todos os lados.
Todos pensaram que havia sido apenas um pesadelo, porém minha irmã se recusou a dormir novamente naquele cômodo e acabou se mudando para o de meus pais até o final das férias.
Em outro dia minha mãe estava fazendo o almoço, enquanto meu pai estava fora, e nós explorávamos o porão, examinando cada coisa velha que achávamos por lá. Até que ouvimos um estalo e a luz apagou nos deixando na escuridão. Apesar de ser dia, o lugar ficava quase todo escuro iluminado apenas por uma claridade que vinha do andar superior, nos permitindo ver apenas as paredes de pedras antigas.
Eu comecei a ficar com medo, sem claridade aquele porão era assustador, nós estávamos paralisadas sem saber direito o que fazer. De repente um mau cheiro começou a invadir nossos narizes, me fazendo sentir náuseas... Era cheiro de carne podre, como se houvesse algum animal morto por ali.
quinta-feira, 10 de outubro de 2013
Não pise nas Sepulturas -Luciano
Em uma noite um grupo de jovens estavam voltando de uma festa ainda animados. eles bebiam e riam alegremente. Até que um deles, ao perceber que estavam chegando perto do cemitério da cidade, decidiu contar histórias de terror. As meninas do grupo foram as que estavam ficando mais assustadas com suas histórias.
- Estamos quase passando pelo cemitério, vocês sabiam que nunca devemos pisar em um túmulo após o sol se por? Se vocês fizerem isto o morto agarra suas pernas e as puxa para dentro da sepultura.
- Mentira. – disse uma delas. – Isto é só uma superstição antiga.
- Se você é tão corajosa, por que não nos mostra? Eu lhe dou R$ 50,00 se você pisar em alguma sepultura.
- Eu não tenho medos de sepulturas e nem dos mortos. Se você quiser faço isso agora.
O menino lhe estendeu uma faca e disse:
- Crave isto em um dos túmulos e então nos saberemos que você esteve lá.
Sem hesitar a garota tomou-lhe a faca e caminhou até a entrada do cemitério, sobre a surpresa dos olhos de seus amigos que duvidavam que ela tivesse esta coragem. A garota entrou no cemitério onde o silencio era total, sombras fantasmagóricas eram formadas pela luz da lua e ela teve a impressão que centenas de olhos a observavam. Chegando ao centro do cemitério olhou em volta.
- Não há nada a temer – disse a si mesmo tentando se acalmar.
Então ela escolheu um túmulo e pisou nele, depois cravou a faca no chão e virou-se para ir embora, mas algo a deteve. Tentou novamente , mas não conseguiu se mover, ficou apavorada!
- Alguém esta me segurando!!! – disse em voz alta e caiu no chão.
Como ela demorava a voltar o grupo de amigos decidiu ir atrás dela, caminharam um pouco e a encontraram sobre um túmulo. Ela estava morta com uma expressão de terror no seu rosto. Inadvertidamente a própria garota havia cravado com a faca sua saia no chão, com muito medo ela pensara que algo sobrenatural a segurava e sofreu um ataque cardíaco morrendo em seguida...Em uma noite um grupo de jovens estavam voltando de uma festa ainda animados. eles bebiam e riam alegremente. Até que um deles, ao perceber que estavam chegando perto do cemitério da cidade, decidiu contar histórias de terror. As meninas do grupo foram as que estavam ficando mais assustadas com suas histórias.
- Estamos quase passando pelo cemitério, vocês sabiam que nunca devemos pisar em um túmulo após o sol se por? Se vocês fizerem isto o morto agarra suas pernas e as puxa para dentro da sepultura.
- Mentira. – disse uma delas. – Isto é só uma superstição antiga.
- Se você é tão corajosa, por que não nos mostra? Eu lhe dou R$ 50,00 se você pisar em alguma sepultura.
- Eu não tenho medos de sepulturas e nem dos mortos. Se você quiser faço isso agora.
O menino lhe estendeu uma faca e disse:
- Crave isto em um dos túmulos e então nos saberemos que você esteve lá.
Sem hesitar a garota tomou-lhe a faca e caminhou até a entrada do cemitério, sobre a surpresa dos olhos de seus amigos que duvidavam que ela tivesse esta coragem. A garota entrou no cemitério onde o silencio era total, sombras fantasmagóricas eram formadas pela luz da lua e ela teve a impressão que centenas de olhos a observavam. Chegando ao centro do cemitério olhou em volta.
- Não há nada a temer – disse a si mesmo tentando se acalmar.
Então ela escolheu um túmulo e pisou nele, depois cravou a faca no chão e virou-se para ir embora, mas algo a deteve. Tentou novamente , mas não conseguiu se mover, ficou apavorada!
- Alguém esta me segurando!!! – disse em voz alta e caiu no chão.
Como ela demorava a voltar o grupo de amigos decidiu ir atrás dela, caminharam um pouco e a encontraram sobre um túmulo. Ela estava morta com uma expressão de terror no seu rosto. Inadvertidamente a própria garota havia cravado com a faca sua saia no chão, com muito medo ela pensara que algo sobrenatural a segurava e sofreu um ataque cardíaco morrendo em seguida...
O Porão- Clube dos Medos (Parte 1)
Anos atrás minha família decidiu passar as férias na serra gaúcha e para isto alugou uma pequena e antiga casa em Gramado para ficarmos durante duas semanas.No andar térreo a casa possuía uma sala, banheiro e a cozinha. Os quartos eram no andar superior e havia ainda um porão que era usado apenas como depósito de coisas velhas contendo um sofá, armários e outras coisas sem muita importância.
O primeiro dia nesta casa transcorreu de forma tranquila: passeamos pela cidade, voltamos a tardezinha, fizemos um delicioso fondue, brincamos e dormimos todos esgotados pelas atividades do dia.
Na segunda noite algo aconteceu: fomos acordados no meio da noite por um grito terrível vindo do quarto de minha irmã. Quando meu pai chegou correndo até lá encontrou a garota sentada na cama gritando e chorando muito. Meu pai se sentou ao seu lado, a abraçou e perguntou o que havia ocorrido.
quarta-feira, 9 de outubro de 2013
O GATO, O EMISSÁRIO DA DEUSA LUA
Os antigos celtas tinham a crença de que os gatos podem captar o que o olho humano não pode alcançar a ver e que percebem informações de outros níveis que nós seres racionais somos incapazes de entender. Estavam convencidos que de os animais felinos se relacionam com os elementos da natureza, sobretudo com o ar e as entidades que os habitam como as fadas e os elfos e ai que os converteram no símbolo do mistério, da intuição e do sobrenatural. Conta que a Deusa da Lua, Arianrhod, utiliza os gatos para enviar mensagens aos humanos.
Joshua -Incógnito
Espalhado pelo piso do quarto
E o seu braço decepado
Caído em uma poça rasa
Os seus restos foram devorados
Pelos cães do abrigo da prefeitura
E sua velha cabeça dura
Quebrei e queimei junto aos materiais usados
Desossarei o seu braço agora
E junto aos legumes e temperos, cozinharei
Servirei aos que vivem lá fora
Ninguém jamais vai descobrir
Que fim teve seu corpo, e eu viverei
Com a lembrança dos teus gritos e do teu sofrimento ao partir
sexta-feira, 30 de agosto de 2013
Soneto à honorável Lay Mary Coke
A gentil donzela, cuja triste história
Estas páginas melancólicas narram;
Dize, graciosa ama, se conseguiu
Extrair-te da face uma só lágrima?
Não; nunca foi teu peito generoso
Insensível ás humanas amarguras;
Terno, porém firme, se tortura
Por fraquezas que nunca conheceu.
Oh! protege as surpresas deste canto,
De vil ambição castigada por destino,
Do julgamento impertinente a razão;
Dá-lhes um sorriso, é quento basta
Para expandir minha vela imaginária
No fundo, teu sorriso é o que me vale.
sábado, 24 de agosto de 2013
Vozes do Além - Fabio los Santos
Ouvi sua risada macabra,
Alerto meu instinto em defesa,
Afinal essa é minha natureza,
Que som é esse que me devora,
Vozes do além me apavoram.
Diga-me quem és tu,
Que me assusta e conduz,
A esse lado obscuro...
Um medo exemplar,
Da minha mente, não vai passar.
Vejo vultos e sombras,
Percorrendo minha esperança,
Afasto-me do medo e me fecho,
Nada a falar, assim me despeço,
E com um sussurro adormeço.
Ao acordar uma cena,
Terrível e assustadora,
Moveis espalhados...
Vultos pra todo lado,
Barulhos de caminhar,
travei não conseguia falar.
Me lembro do psiquiatra me dizer...
-Você estava com uma faca,
E o sangue marcava seus paços,
Você não reagia, apenas falava...
Vozes do além, agora se calam.
Alerto meu instinto em defesa,
Afinal essa é minha natureza,
Que som é esse que me devora,
Vozes do além me apavoram.
Diga-me quem és tu,
Que me assusta e conduz,
A esse lado obscuro...
Um medo exemplar,
Da minha mente, não vai passar.
Vejo vultos e sombras,
Percorrendo minha esperança,
Afasto-me do medo e me fecho,
Nada a falar, assim me despeço,
E com um sussurro adormeço.
Ao acordar uma cena,
Terrível e assustadora,
Moveis espalhados...
Vultos pra todo lado,
Barulhos de caminhar,
travei não conseguia falar.
Me lembro do psiquiatra me dizer...
-Você estava com uma faca,
E o sangue marcava seus paços,
Você não reagia, apenas falava...
Vozes do além, agora se calam.
Entre Anjos e Demonios- Diego Tiscar(Parte 8)
A mão de Mammon transforma-se em uma garra peluda, com um único movimento ele arranca o maxilar da garota, que cai ao chão urrando de dor, as demais tentam fugir, porém as portas encontravam-se trancadas.
Havia algo diferente do ar, um canto de crianças invade o local, acompanhado por uma chuva de pétala de rosas, o som de algo muito antigo sendo aberto apavora as moças que ficam contra a parede.
- Por favor, nos perdoe. Não vamos fazer mais.
- Isto não é uma punição, é apenas uma demonstração – Mammon olha para o garoto no chão - abra os olhos Peter.
Uma das moças é arrastada por uma força invisível, seus gritos aterrorizam as demais, que não conseguem vê-la, apenas ouvi-la. A Garota surge pendurada de cabeça para baixo, sem pele. As demais de se desesperam, não havia saída. Elas são tragadas pela escuridão.
Após terminar sua vulgar demonstração de poder Mammon aproxima-se de Peter, alguns demônios femininos circundam o garoto. Uma delas ajoelha-se na frente de Mammon colocando seu pênis na boca, as demais alisam e beijam o corpo de Peter.
- Você quer este tipo de poder?
- Quem é você?
- Você sabe. Mesmo não acreditando você sabe quem eu sou.
- O diabo?
- Um deles, sou Mammon, o demônio da avareza.
- Vo... você veio me levar?
- Porque eu faria isto? Se o quisesse você estaria morto. Não Peter, eu tenho um serviço para você.
- Me associar ao diabo.
- Acredite, é melhor me ter como amigo do que como inimigo.
Os demônios femininas abaixam a calça e a cueca de Peter, que envergonhado tenta se cobrir. Mammon retira um pênis monstruoso do bolso de seu sobretudo e o joga sobre Peter.
- Você viu o que eu fiz – os cadáveres das moças surgem pendurados atrás do demônio – se você quiser poder semelhante corte fora o seu membro inútil e coloque este no lugar. Mas lembre-se a escolha é sua.
Mammon e as demônios desaparecem, Peter levanta-se, ainda meio assustado, veste suas calças, sua camiseta e foge dali, não sem antes levar o pênis demoníaco consigo.
segunda-feira, 19 de agosto de 2013
Benditos e Malditos
Benditos os que na escuridão sondam
Por demônios e suas falcatruas!
Malditos os que pela noite vão
Na procura de falsas emoções
Espalhando terror e maldição,
Embarcando o mal nos corações.
Benditos os que pelo mundo a fora
Batalham e procuram estar juntos.!
Benditos os que buscam pela aurora!
Quando, quando, quando uma aurora, quando?
Benditos e malditos, já defuntos,
Entre Anjos e Dêmonios-Diego Tiscar (parte 7)
Jason entra em pânico, Raziel o controla fazendo-o adormecer, Jeliel volta ao seu estado normal – Não se assuste Jason, não queremos o seu mal.
- O que vocês querem?
Raziel afasta-se, com um movimento de mão uma cadeira vem até ele, Raziel apoia seu pé na cadeira, a porta do quarto se tranca sozinha e a persiana da janela se fecha.
- Acredito que você já tenha ouvido alguma história sobre céu e inferno e como as decisões dos homens os levam para cada lugar após sua morte. É tudo verdade. Anjos e demônios habitam este mundo sempre influenciando nas suas ações, porém nunca agindo diretamente.
- Então por que eu?
- Porque seu nascimento foi previsto milhares de anos atrás ou seria bilhões de anos. Tanto o céu quanto o inferno tem registrado a história da humanidade, seu passado e seu futuro. Existe uma profecia sobre um ser que irá mudar o mundo dos humanos para sempre e recriar este plano da existência. Você é este ser.
- Você é o escolhido – Jeliel interrompe – o ser prometido que irá mudar este mundo. Irá acabar com a guerra entre céu e inferno. Está escrito que quando você se revelar não haverá necessidade de inferno.
*****************
É neste momento que surge uma nova personagem nesta história, Peter, um pobre garoto, funcionário da universidade que era humilhado por algumas garotas no vestiário feminino, elas batiam nele com toalhas molhadas. O garoto chorava enquanto elas o fotografavam.
A porta se abre, o que é uma surpresa para as garotas que a trancaram, Mammon entra pela porta caminhando lentamente, contrastando com o lugar ao vestir seu sobretudo, idêntico ao dos anjos, a líder das garotas o encara.
- O que você quer aqui?
- Nada muito diferente de você.
- Vai embora seu tarado.
Mammon sorri, aquela garota não o reconheceu, diferente de Peter que tremia de medo, uma das garotas se afasta assustada, aquele homem era diferente, ele transmitia algo perigoso, uma sensação de ameaça tomava todas as meninas, menos a líder que se recusava a reconhecer o sentimento de intimidação.
- Se você não for embora agora eu vou gritar “estupro” ai eu quero ver você ficar sorrindo como idiota.
- Eu terei séculos para descobrir o que a faz gritar, mas antes disto eu preciso dele – Mammon aponta para Peter.
- Socorro estuprador!!!
sexta-feira, 2 de agosto de 2013
Terror de Te Amar - Sophia de Mello Breyner Andresen
Mal de te amar neste lugar de imperfeição
Onde tudo nos quebra e emudece
Onde tudo nos mente e nos separa.
Que nenhuma estrela queime o teu perfil
Que nenhum deus se lembre do teu nome
Que nem o vento passe onde tu passas.
Para ti eu criarei um dia puro
Livre como o vento e repetido
Como o florir das ondas ordenadas.
quarta-feira, 31 de julho de 2013
Diário Maldito
Um
menino chamado Toninho de uns 15 anos ganhou aniversário Uma
escrivaninha e ela vinha com um diário.Tudo que estava escrito no diário
acontecia até que Toninho leu uma frase que dizia que o seu amigo ia
quebrar a perna na educação física. No outro dia na hora da Educação
Física o seu amigo quebrou a perna e toninho assustado se lembrou do
diário. na outra vez que ele leu, dizia que ia haver um acidente,um
caminhão ia bater com o ônibus da Escola. toninho ligou para escola e
tentou avisar, mas pensaram que era um trote dele.Quando foi o outro dia
aconteceu o acidente.toninho chegou para a diretora e falou : "Está
vendo ? Eu falei que ia acontecer o acidente e ninguém me ouviu!" A
diretora respondeu : "Isso não aconteceu porque você disse é sim porque
acidentes acontecem."depois de descultir com a diretora toninho pegou
seu amigo Alex beijando sua namorada e toninho o empurrou revoltado ele
voltou para casa e leu novamente o diário e desta vez dizia que seu
amigo Alex ia morrer atropelado apesar de esta chatiado na
madrugada preocupado , ele ligou para Alex e agindo de maneira brava
Alex disse : "Isso é hora de você ligar para mim ?" E bateu o telefone.
toninho pensou :" Eu ligo tentando ajudar e ele ainda de responde deste
jeito?"a unica pessoa que toninho resolveu confiar foi na sua mãe mais
o que ela disse não agradou ela disse que isso não era verdade porque
quando ela comprou a escrivaninha, não tinha diário nenhum. No outro dia
, quando Alex estava atravessando a rua um carro o atropelou. Então
toninho encontrou uma vidente que disse lhe : "Eu sei que você ganhou
uma escrivaninha e que ela veio com um diário, leia a última página do
diário se você quiser salvar as pessoas ,pois se não lê todo mundo
morrerá!" Quando ele chegou em casa que pegou o diário para ler a ultima
pagina estava escrito : "Hoje você morreu "
Poesia de Castro Alves titulo desconhecido.
É noite! as sombras correm nebulosas.
Vão três pálidas virgens silenciosas
Através da procela irrequieta.
Vão três pálidas virgens… vão sombrias
Rindo colar n’um beijo as bocas frias…
- Na fronte cismadora do Poeta —.
- “Saúde, irmão, eu sou a Indiferença.
Sou eu quem te sepulta a idéia imensa,
Quem no teu nome a escuridão projeta…
Fui eu que te vesti do meu sudário…
Que vais fazer tão triste e solitário?…”
- “Eu lutarei!” — responde-lhe o Poeta.
- “Saúde, meu irmão! Eu sou a Fome.
Sou eu quem o teu negro pão consome…
O teu mísero pão, mísero atleta!
Hoje, amanhã, depois… depois (qu’importa?)
Virei sempre sentar-me à tua porta…”
- “Eu sofrerei!” — responde-lhe o Poeta.
- “Saúde, meu irmão! Eu sou a Morte.
Suspende em meio o hino augusto e forte.
Marquei-te a fronte, mísero profeta!
Volve ao nada! Não sentes neste enleio
Teu cântico gelar-se no meu seio?”
- “Eu cantarei no céu” — diz o Poeta!
Vão três pálidas virgens silenciosas
Através da procela irrequieta.
Vão três pálidas virgens… vão sombrias
Rindo colar n’um beijo as bocas frias…
- Na fronte cismadora do Poeta —.
- “Saúde, irmão, eu sou a Indiferença.
Sou eu quem te sepulta a idéia imensa,
Quem no teu nome a escuridão projeta…
Fui eu que te vesti do meu sudário…
Que vais fazer tão triste e solitário?…”
- “Eu lutarei!” — responde-lhe o Poeta.
- “Saúde, meu irmão! Eu sou a Fome.
Sou eu quem o teu negro pão consome…
O teu mísero pão, mísero atleta!
Hoje, amanhã, depois… depois (qu’importa?)
Virei sempre sentar-me à tua porta…”
- “Eu sofrerei!” — responde-lhe o Poeta.
- “Saúde, meu irmão! Eu sou a Morte.
Suspende em meio o hino augusto e forte.
Marquei-te a fronte, mísero profeta!
Volve ao nada! Não sentes neste enleio
Teu cântico gelar-se no meu seio?”
- “Eu cantarei no céu” — diz o Poeta!
Entre Anjos e Demonios- Diego Tiscar(Parte 6)
-
Ontem eu fiquei furiosa com você – Ana andava de forma graciosa pelo
quarto com as mãos para trás – nunca levei um bolo de um garoto, pelo
menos nunca depois de ficar com este corpo, fiquei pensando “como ele
pode” e “quem ele pensa que é”. Foi quando recebi a mensagem de que você
fora atropelado. Um garoto foi atropelado indo me ver. Eu poderia ter
sido a ultima pessoa que alguém pensou antes de morrer e isto é lindo.
Foi o que eu pensei. Estranho não é.
- Ana? É você mesmo?
-
Sim, eu vim correndo para o hospital, mas não me deixaram entrar.
Falaram que havia passado o horário de visita. Eu só pensava em você.
Então eu fiquei triste, imaginei você machucado, por minha causa.
-
não foi a primeira vez, eu me machuquei todas as vezes que a via com
outros homens, sempre que você tinha um encontro eu ia para casa
chorando. Ficava pensando porque eu não conseguia ter você.
Ana
aproxima-se de Jason e senta-se sobre ele, ainda deitado na cama do
hospital, ela acaricia o cabelo do garoto e aproxima seu rosto do dele.
- Foi lindo, nunca imaginei que alguém conseguisse chorar por mim. Nunca pensei que alguém sofresse por minha causa. É triste, mas um lado meu gosta.
- Então, quando eu sair daqui. Me da mais uma chance?
- sim – ela sorri – disseram que você não está muito machucado, mas eu não quero feri-lo mais. Nos vemos amanhã.
Assim que Ana sai do quarto os dois anjos aparecem, Jeliel toma a frente.
- Está feliz agora?
- Quem são vocês?
- Já se esqueceu?
- Você é aquela mulher que conversou comigo duas noites atrás. Seu nome...
- Eu não disse meu nome, você não queria um nome, queria conforto. Agora quer respostas.
- Como você entrou aqui e quem é ele?
- Não, ele não é meu namorado, é o que você está pensando.
- Não, eu...
- Não minta, eu consigo ler sua mente. Meu nome é Jeliel e este aqui é Raziel.
- Quem são vocês?
-
Ainda não percebeu? – Raziel toma a frente – O que você sente? Não
pense, a racionalidade atrapalha sua espécie, apenas sinta. Quem somos
nós?
- Algo de bom, mas não faz sentido.
Jeliel se aproxima, revelando uma luz de fogo que envolve seu corpo, pouco antes de um par de asas surgir.
segunda-feira, 29 de julho de 2013
O Espelho- Osler Ericson Kreisler
em cada boca, a sentença;
em cada gesto, a ameaça.
Em cada pingo, uma letra;
em cada trato, a "mutreta";
em todo troco, a trapaça.
Toma cuidado, menina:
há alguém oculto na esquina;
vê bem com quem você fala.
As paredes têm ouvidos.
Há um microfone escondido
e um gravador n'outra sala.
Desligue os faróis do carro.
Silencio! Apague o cigarro.
À noite, os gatos são pardos.
Pigmeu, em noites de iguana,
prepara a zarabatana
e sempre sopra seus dardos.
Entre Anjos e Demonios - Diego Tiscar(Parte 5)
Horas
depois Jason estava no hospital, inconsciente, uma enfermeira
aproxima-se para verificar a medicação, quando sente uma ansiedade
estranha, algo que não deveria estar lá. A enfermeira continua a injetar
o remédio no paciente, quando sente alguma coisa atrás dela, não havia
ninguém.
Jason
abre os olhos, porém aqueles não eram olhos humanos, mas sim olhos
animalescos, a enfermeira olhava para trás, procurando a fonte de seu
medo irracional. Era como um sinal de alerta de algo a avisava para sair
daquele quarto, o mais rápido possível.
A
enfermeira preparava-se para sair quando sente algo segurando sua
perna, ela é tragada para as sombras, Jason estava acordado, mas não era
ela, seu corpo estava tomado por uma força até então desconhecida.
Diversos tentáculos saíam de seu corpo, erguendo a enfermeira no ar, com
seus braços e pernas abertos, seguros por estes tentáculos. Jason
começa a estupra-la, enquanto enfia um tentáculo fundo em sua garganta.
A
dor e a humilhação não são maiores do que o êxtase sentido durante a
penetração, a moça é erguida por tentáculos mucosos que grudam nas
paredes e no teto, abrindo ao máximo suas pernas e braços, dor e prazer
não se distinguiam mais, Jason a possui em uma fúria orgasmática até
que ele rasga a enfermeira em duas partes iguais.
Raziel
e Jeliel observam a cena, assim que a enfermeira morre os dois aparecem
para Jason, que se prepara para o combate, Raziel estende sua mão
espalmada acalmando o jovem, o garoto volta ao normal e cai desmaiado.
Ao
mesmo tempo, em outro lugar da cidade Mammon transava com uma demônio,
debruçada sobre uma mesa, o demônio era violento em suas estocadas, ele
puxa os cabelos da demônio exibindo seus seios. ouvir os gritos dela
aumentava seu prazer.
Assim
que percebe o despertar de Jason Mammon afasta-se da demônio e caminha
nu pelo andar vazio do edifício abandonado. O demônio olha pela janela
conseguindo visualizar o despertar de Jason.
- Raziel, seu idiota.
No
dia seguinte tudo estava normal no hospital, exceto pela equipe de
enfermagem que chorava a morte acidental de uma das suas, Ana fora
visitar Jason, que acorda com a garota em seu quarto.
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