Espalhado pelo piso do quarto
E o seu braço decepado
Caído em uma poça rasa
Os seus restos foram devorados
Pelos cães do abrigo da prefeitura
E sua velha cabeça dura
Quebrei e queimei junto aos materiais usados
Desossarei o seu braço agora
E junto aos legumes e temperos, cozinharei
Servirei aos que vivem lá fora
Ninguém jamais vai descobrir
Que fim teve seu corpo, e eu viverei
Com a lembrança dos teus gritos e do teu sofrimento ao partir

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