quarta-feira, 25 de dezembro de 2013

O Porta Jóias-Enrique Garcia (parte 2)

Um ano antes

Eram umas sete e meia da manhã quando Phillip acordou ouvindo a musica vindo do porta-jóias que ele deu de presente a sua filhinha de nove anos, abriu os olhos, e a viu do lado da sua cama com a caixa na mão.

Catherine amava seu porta-jóias com a bailarina dançando mais que todos seus brinquedos e sempre o matinha por perto. Quando acordava a primeira coisa que fazia era abrir-lo e ver a bailarina dançar.

Phillip se levantou para levá-la ao hospital. Ele não podia imaginar que aquele seria um dos piores dias de sua vida, pois os médicos iriam dar a noticia que não havia mais esperança para Catherine.

Ela tinha uma doença rara que deteriorava as veias corpo e os médicos diziam que ela não alcançaria os quinze anos de idade. Isso era a derrota da vida de Phillip. Ele sempre se esforçou para ajudá-la, fez todos os tratamentos possíveis, gastou quase toda sua fortuna em viagens para outros países, mas nada adiantou. Os médicos disseram que era só uma questão de tempo para que ela morresse.

Depois que os médicos chegaram à conclusão que não havia mais recursos para menina, sua esposa não agüentando a pressão e o sofrimento os abandonou. Deixou uma carta explicando porque se foi. Saiu com a roupa do corpo, levou o dinheiro que mantinham no cofre, que era uma boa quantia, e não voltou mais.

Susan era uma mulher ambiciosa, fria e sem sentimentos que nunca quis ter filhos e somente o fez porque o marido rico que sustentava sua vida de luxo exigiu. Ela nunca imaginou que seria obrigada a passar por tal situação quando aceitou. De certa forma Phillip estava feliz que ela se foi, ele não a suportava mais e sempre discutiam por causa da maneira que ela tratava sua filha.

The Doll (LENDA)


Conta a lenda que, em 1896, uma empregada insatisfeita, “praticante de voodoo”, resolveu dar um “presentinho” aos seus patrões. A empregada deu ao filho de seus patrões, Roberto Eugene Lucio, um boneco “recheado de palha”, com cerca de 1m de altura. O boneco tinha “um rosto humanizado”, rapidamente se tonou adorado e amigo inseparável do menino, que o chamou de “Robert”. 

O pai do menino ouvia constantemente o garoto falar com o boneco, o mais incomum é que uma voz diferente respondia. Repentinamente coisas estranhas começaram a acontecer na casa. Vizinhos relatavam verem Roberto “aparecer de janela em janela”, quando não havia ninguém em casa. Os pais do garoto ouviam risos do boneco e afirmavam verem o vulto dele correndo na casa. O garoto começou a ter pesadelos constantes e acordava gritando, mas quando seus pais chegavam no quarto encontravam tudo bagunçado, o garoto encolhido, com medo, e o boneco sentado aos pés da cama, enquanto ele afirmava “Foi o Robert!”. O boneco então foi trancado no sótão e lá permaneceu por anos. 


Após a morte dos pais, Roberto encontrou o boneco e resolveu deixá-lo em seu quarto, o que trouxe mal estar a sua esposa. O boneco anda exercia muita influência sobre ele. Certo dia, sua esposa, cansada do boneco, colocou-o no sótão novamente. Roberto porém, ficou muito chateado, e exigiu que o boneco fosse colocado em frente a uma janela, para que pudesse ver a rua. Dentro de pouco tempo, a sanidade de Roberto começou a ser questionada e a história do boneco e suas maldades se espalharam por Key West. 

Pessoas começaram a afirmar que “viam o boneco na janela rindo de suas caras quando passavam na frente da casa”, as crianças evitavam passar por ali. Roberto contou certa vez que, ao entrar no quarto do boneco o encontrou na cadeira de balanço, com raiva do quarto, fazendo com que Roberto se enchesse de 'Robert'. As pessoas que visitavam a casa afirmavam ouvirem passos no sótão e risadas muito estranhas, mas depois de certo tempo as visitas se acabaram. 

 A história do boneco “Robert” somente foi esquecida em 1972, quando Roberto morreu e a casa foi vendida. Robert esperou quieto no sótão até o momento certo, quando foi redescoberto pela filha de 10 anos dos novos proprietários da casa. Pouco tempo após ter encontrado o boneco, a menina começou a reclamar que Robert “a torturava e infernizava sua vida”. Mesmo após 30 anos, a menina continuava a afirmar que “o boneco estava vivo e que queria matá-la". Hoje Robert permanece trancado no Key West Martello Museum, vestido com a mesma “roupa branca de marinheiro”, mas funcionários do museu afirmam que Robert ainda faz seus truques nos dias de hoje.

terça-feira, 24 de dezembro de 2013

Aviso!!

Oie pessoal, tudo bem??
Bom, a partir de hoje vou começar a receber a história de vocês,se vocês escrevem ou tem uma boa história de terror para nos contar é só envia para esse e-mail :
textoslendas@gmail.com , estou esperando a história de vocês, mandem logo.

O Porta Jóias-Paulo Enrique Garcia(Parte 1)

Prólogo

Phillip estava sentado na janela do quarto de seu apartamento no 
décimo terceiro andar de um condomínio de luxo. Estava nu, molhado e sujo, com as pernas pra fora da janela e com vontade de pular. As lembranças de sua vida passavam pela cabeça na fração de um segundo, o abandono da esposa, a doença e morte da filha, perda da moral e a falência financeira. Depois de tudo isso seus amigos e família o abandonaram. Onde estavam aqueles que juraram que o amavam e nos momentos de alegria estavam sempre presente? Não, ninguém estava ai para ajudá-lo, ninguém iria implorar para que ele mudasse de idéia ou tentar segura-lo, sua vida estava destruída e ele sentia impotente para mudar qualquer coisa.

E todo esse inferno que vinha vivendo? Ele não acreditava no sobrenatural, mas as visões que tinha pareciam tão reais, como se ele pudesse tocá-las e senti-las. Não que alucinações eram novidade para ele, depois da morte da filha, passou a usar cocaína varias vezes ao dia, mas as visões eram diferentes, tinham um sentimento distinto e uma sensação de realidade. Por ser muito orgulho nunca procurou ajuda de médicos, mesmo sabendo que talvez a loucura o estivesse consumindo e a qualquer dia não ia mais distinguir o real da fantasia e agora estava pagando por isso.

Ele se olhou nessa situação, o medo e a fadiga neste instante o fez desistir de pular. Imediatamente colocou uma das pernas para dentro do apartamento e uma musica começou a tocar. O horror tomou conta de sua alma novamente, ele olhou para traz e viu o porta-jóias que pertencia sua filha em cima da cama com a bailarina rodando.

“Merda” – disse Phillip.

domingo, 22 de dezembro de 2013

O Dia da Meia Noite (Lenda)


Numa cidade do interior de Minas Gerais, chamada Ibiá, conta-se um "causo", que segundo os moradores não é ficção, mas sim realidade. Na década de 60, uma enfermeira, filha de criação de um grande fazendeiro, iria se casar. Linda era a senhorita, cabelos negros e longos, pele morena, corpo de violão, rosto de anjo, lábios carnudos e sensuais. Seu noivo, um rapaz da cidade grande, segundo boatos, estaria mais interessado nas fazendas da família, do que na voluptuosa senhorita. Chegado o grande dia, tudo estava certo: Uma grande festa na fazenda, a capela já estava ornamentada e o padre se preparava tomando "alguns" cálices de vinho. os convidados chegavam aos poucos, e o comentário era que os noivos viajariam para a "Europa" em lua de mel. No grande momento, eis que entra na capela, a linda noiva, deslumbrando beleza e felicidade. Mas o noivo ao vê-la, corre e no meio da capela grita: - "Sinto Muito! Não a amo. E as fazendas do seu pai não são suficientes para comprar esse casamento." Em seguida o noivo foge e a pobre donzela, aos prantos, se tranca em seu quarto. Pela manhã, ao arrombarem a porta, deparam-se com uma cena horrorosa: A noiva, nua, só de véu e grinalda enforcara-se com lençóis. Estava pendurada no lustre do seu quarto. A data do casamento: 20 de Maio. Conta-se que até hoje, nesta mesma data, à meia noite, a linda noiva aparece, nua, cavalgando pelas ruelas da pequena Ibiá, dando gritos de horror e desespero!
Oie galera, como faz muito tempo que não posto nada, vou recomeçar de novo a postar, alguns contos anteriores não vou poder terminar de postar devido a alguns problemas tecnicos... Logo, logo estarei postando novidades... Bjos