quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013
Hexenbiest
terça-feira, 26 de fevereiro de 2013
Guardiã da Luz
Esse
fato aconteceu no rio Paraguai dentro do pantanal na cidade de Corumbá -
MS. Uma vez um homem estava na margem do rio e viu uma luz que brilhava
muito que se localizava no meio do rio. O homem era muito ambicioso e
procurou saber mais sobre essa luz misteriosa.Ao se informar com pessoas
antigas descobriu que a luz indicava onde havia ouro enterrado.Em uma
noite o homem saiu de canoa sozinho pelo rio e foi ate ao local onde a
luz indicava...Chegando lá sua canoa foi engolida pelo rio e o homem
virou uma sucuri que come todos aqueles que navegam no rio a noite de
canoa, mas só se estiverem sozinhos...Se você não acredita, vá ate o
pantanal e descubra. Mas não vá até o rio sozinho, senão ela te pega...
segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013
Vale do Lobisomem-J.J de Souza(Parte 7)
-Que foi Rodrigo?- Marcelo perdeu a paciência. – Cacete meu,
se controla, você está metendo medo nessa moçada, vê se controla o teu medo,
para vê se a gente consegue controla o medo deles, valeu ?
-Ele está por ai, sinto a presença dele – disse olhando de
para a entrada da mata – ele matou dois amigos meus, um vi com meus próprios
olhos.
Silvia tentava acalmar os seus alunos, um deles, parecia
mais nervoso.
-Que foi Romeu?
-Não fui batizado – disse com os olhos vidrados e torcendo
as mãos – ele me avisou que vou ser o primeiro.
-Ele quem? – Perguntou uma menina de saia e botas que estava
perto ouvindo a conversa – Que é isso uma pegadinha, onde está a merda da câmera
escondida, meu telefone não funciona, estou há horas sem postar nada no face,
acabem logo com isso.
Ninguém notou que ela falou.
-O lobisomem, ele está na minha cabeça, está dizendo que vou
alimentar a sua fome de matar.
Marcelo chegou no grupo dizendo – Que merda é essa, por que
esse cara está gritando?
Silvia fez um olhar de reprovação para insensibilidade de
Marcelo, depois chamou Marcelo para um canto para longe do pobre rapaz– Ele esta impressionado com
essa historia de lobisomem.
Silencio.
Depois...
Um ganido, uivo, alguma coisa foi jogada da floresta para o
meio da clareira.
-Aquilo é uma cabeça – Perguntou uma das alunas.
Marcelo foi olhar de perto com a arma em punho.
O menino magro que estudava física, tinha espinhas no rosto
, vestia camisas largas com dizeres socialistas – Isso é uma merda de uma
cabeça?
Marcelo constatou, era uma cabeça de um dos homens da s10.
-Vamos ficar juntos e calmos.
Uivo, um vulto preto correu e com um movimento
acertou o rapaz que havia conversado com Silvia que viu o vulto, a cara negra
do lobo, os braços fortes, um olhar quase humano.Dilacerou ao meio aquele
rapaz,seus intestinos saíram pela fenda feita pelas garras
da fera, ele tentou segurar com as mãos, o lobo cravou a outra garra na face
dele arrancando a metade do rosto.O lobo fugiu para a floresta novamente.Muito
rápido.
A Pavorosa Mansão dos Ludwig - Rodrigo Cesar Picon de Carvalho(Parte 4)
Diana e Michael acordaram no dia seguinte tão logo o sol raiou. Como não havia cortinas, tão logo a fraca luz do sol apareceu no horizonte, adentrou pela janela no enorme quarto 28 e acordou o casal.
Michael acordou primeiro. Levantou-se e olhou o relógio que portava. Eram sete e meia da manhã.
- Quantas horas? – perguntou Diana, sonolenta
- Sete e meia. – respondeu Michael
- O caminhão já deve ter partido de Munique!
- Sim! – respondeu Michael. O homem virou o olhar em direção ao canto do recinto. A lanterna que o casal comprou para iluminar o recinto – uma vez que a luz elétrica ainda não tinha previsão de ser ligada – estava caída no chão, espatifada.
- Diana... – disse Michael, fitando a lanterna partida – Você quebrou a lanterna, por um acaso?
- Não! – respondeu Diana – Por quê? Algum problema? – Diana tinha dificuldades de acordar cedo, e ainda postava-se sonolenta sobre a cama
- Nada! – respondeu seu marido, se levantando da cama. – Eu vou me arrumar. – Michael caminhou em direção à sua mala, pegou um par lindo de roupas e partiu do local.
Os móveis de Diana chegaram ao meio dia. O casal não tinha móveis suficientes para mobiliar metade daquela casa, então Diana preferiu preencher a ala leste, onde se encontrava o seu quarto.
Era pouco mais de cinco da tarde quando Diana começou a arrumar o seu quarto. Os homens da mudança já haviam partido havia meia hora e as mobílias já se encontravam em seus devidos lugares. Diana colocou cortinas e mobílias novas, e estava arrumando os quadros quando percebeu que a parede à esquerda da entrada pela porta era oca. Bateu duas vezes. De fato, era oca. Começou a tatear o local e percebeu que aquela não era a parede verdadeira do recinto. Achando estranho, caminhou pelo local até encontrar um martelo, pegou-o e caminhou em direção à parede. Bateu com o martelo inúmeras vezes na parede até abrir um pequeno buraco. Postou-se a espreitar o local. Constatou de que havia uma segunda parede logo abaixo da primeira. Entretanto, Diana fitou que havia algo na parede
que parecia ser um quadro. Quebrou o restante da parede a fim de fitá-lo.
sábado, 23 de fevereiro de 2013
4 curiosidades sobre o temido "Lobisomem"
1º Corre com os joelhos e cotovelos,os quais pela manhã estão ensangüentados.Da meia-noite as duas
horas,o lobisomem tem de fazer a sua corrida,visitando sete adros(cemitérios) de igreja,sete vilas acasteladas,sete partidos do mundo,sete outeiros,sete encruzilhadas até regressar ao mesmo espojadouro, onde readquire a forma humana.
2º Quem ferir o Lobisomem,quebra-lhe o fado,mas que não se suje no sangue,do outro modo,herdará a triste sorte.
3º Há uma planta por nome de Umburana,que segundo histórias,sob sua sombra o Lobisomem se desencanta,na madrugada da sexta-feira fatídica.
4º O fumo em corda pode ser usado para prende-lo,dizem que é o único tipo de corda que amarra este ser.
horas,o lobisomem tem de fazer a sua corrida,visitando sete adros(cemitérios) de igreja,sete vilas acasteladas,sete partidos do mundo,sete outeiros,sete encruzilhadas até regressar ao mesmo espojadouro, onde readquire a forma humana.
2º Quem ferir o Lobisomem,quebra-lhe o fado,mas que não se suje no sangue,do outro modo,herdará a triste sorte.
3º Há uma planta por nome de Umburana,que segundo histórias,sob sua sombra o Lobisomem se desencanta,na madrugada da sexta-feira fatídica.
Vale do Lobisomem-J.J de Souza(Parte 6)
Sem ouvir ninguém deu uma corrida curta, depois dobrou a esquina,parecia
um bom corredor,desceu a colina, os homens que usavam um terno preto, ajudavam
os que ainda estavam vivos na camionete capotada , de onde Marcelo estava
pareciam bem feridos.Marcelo viu quando
o menino chegou gesticulando perto do Homem
que parecia o líder, esse não falou nada, sacou a pistola e acertou o
menino na cabeça, gastou apenas uma bala.
-Que horror – Silvia olhou para Marcelo, sabia que ele
estava metido em alguma coisa ilegal, com seus políticos.E agora?
Marcelo resolveu não explicar nada, só falou – Vamos lá,
come é seu nome?
-Rodrigo.
-Gente, escutem só, sem alarde, sem medo, cooperando, vamos
descer o vale, depois eu explico o que está acontecendo.O dono da pousada, o
Rodrigo, vai levar agente pelo caminho seguro, vamos ter uns dez minutos de
vantagem.
Rodrigo foi para trás do balcão e pegou uma espingarda –
essa trila é desconhecida, eles vão levar mais de dez minutos para achar, temos
pelo menos uma hora de vantagem, o problema...-O homem de boné hesitou.
-Qual o problema, Rodrigo? – Perguntou Marcelo carregando
também o outro revolver que trousse.
-O lobisomem – ele cuspiu no chão – não é querendo meter
medo, mas se fosse eu? Preferia enfrentar esses homens.
A trilha começava em um lugar escondido.Marcelo achou que
foi proposital a forma com que esconderam a entrada da descida.Ficava a direita
da pousada, tiveram que retirar a cerca viva, depois recolocar,disfarçado
o que podiam, a escuridão não impedia a
visão, lua cheia, que merda, lua cheia pensou Marcelo.A cada passo Rodrigo se
benzia, rezava sem parar,Marcelo olhava para ele, não gostava do que estava
vendo, não confiava em Rodrigo.
-Quem é batizado nesse grupo? – Perguntou Rodrigo.
-Sei lá – respondeu Silvia – não precisa de certidão de
batismo para fazer a matricula, temos aqui cinco ou seis, talvez um ou dois não
sejam batizados.
Marcelo não estava gostando da conversa, eles
brincavam de faz de conta com o lobisomem, e sua preocupação era os homens,
será que perderia
os quatro milhões? Quando chegaram na clareira onde ficava a caverna, Marcelo
olhou o relógio, quinze para meia noite.
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